

Eles têm um fã-clube aqui no Brasil, do qual eu já fiz parte e vai o link para conhecerem a banda:http://www.lacrimosa.brasil.nom.br/oficiallacrimosabrasilfanclub.htm
Escrevo sem pensar muito. Escrevo o que tenho vontade. Escrevo porque isso alivia minha ansiedade. E o mais importante: escrevo porque gosto de escrever.


Eles têm um fã-clube aqui no Brasil, do qual eu já fiz parte e vai o link para conhecerem a banda:


Assino um jornal on-line e gosto muito dos textos de um advogado, mas nunca tinha contestado. Só que hoje, dado o assunto polêmico sobre as mulheres e até por acharem que a mulher depois que ficou liberada tem que ser perfeita, resolvi discordar de Freud, quando pergunta e responde, que a mulher conseguiu se equiparar aos homens mas ainda não consegue amar sem ter a necessidade de sentir-se protegida. 
Saí para a consulta com o dermatologista e, como era muito cedo resolvi dar um passeio. Atravessei a rua e dei de cara com um morador de rua muito louco que veio sorrindo em minha direção e falou: -Você é muito elegante! Posso te conhecer? E colocou só as pontas dos dedos na minha mão, dizendo que ele não estava gravando agora, que tinha sofrido um acidente, não podia trabalhar, dizendo que Deus está só na Bíblia e Deusas estão na terra. Aquela conversa me fez ver que eu estava diante de um louco desesperançado, como todos os brasileiros que são um pouco diferentes. Ele chamava a si mesmo de "ela", dizia que era uma louca e como louca podia fazer qualquer coisa. Concordei com ele e como estava chovendo um pouco, coloquei meu guarda-chuvas gigante para protegê-lo também. Essa criatura de rua me chamava de mona prá cá e mona pra lá e, lembrando que essa é a linguagem dos travestís, quando se dirigem a uma mulher, sentí-me a prória Mona...lisa. Porque na verdade, o que ele queria era pedir-me algum dinheiro. Estava estampado na cara dele, com o canto dos lábios ainda sujos de alguma droga. Ele estava muito chapado. O pessoal passava e olhava e eu nem aí, ouvindo loucuras do dito ex-dublé. Até que ele falava de coisas bem interessantes para questionar, não fosse a mudança frenética de assuntos. A cabeça dele(a) estava a mil. Só quando me pediu dinheiro foi que eu não soube o que fazer. Estava chovendo, não costumo abrir bolsa na rua, propus voltar do médico e dar-lhe as moedas que ele queria. Só que essa pessoa de hoje não gostou ou não quis me esperar ou não acreditou em mim. Ele simplesmente tirou uma moeda de cinco centavos do bolso e me deu... Achei que ele foi irônico, debochado e com humor negro. Eles têm aquele humor de dar vertigem até em montanha-russa. E eu sou uma pessoa comum. Sentí como os comuns. Fiquei com vergonha e até me sentindo culpada, porque mesmo que digam que não se dá esmolas, eu queria dar umas moedas para aquela pessoa que estava do outro lado; do lado da loucura. E quando voltava para casa, lembrei que há muito tempo, no mesmo ponto de ônibus que estava hoje, passou um rapazinho doente pela fila, dizendo a todos: me dá 10 centavos? Ele era bem conhecido das pessoas. Algumas já viravam de costas, porque ele não insistia. Só passava de um em um, com as palmas da mão em concha, pedindo 10 centavos. Quando ele passou por mim, coloquei 50 centavos na sua mão e ele raivoso, atirou a moeda em mim e falou bravo: -Eu pedi 10 centavos! Não sei porque lembrei disso agora. Acho que uni histórias de louquinhos de rua. Mas foi hilário e tivemos que rir. Eu perplexa, mas meio chateada por ter levado uma moedada quase na cara e por não ter agradado com os meus 50 centavos. Na época, nem sei que dinheiro era. Garanto que não eram os 50 centavos de hoje...

Adoro beijar, mas não beijo qualquer um
Não faço sexo só por fazer
Quando estou feliz, acordo, abro a janela e digo bem alto: -Bom dia árvores, bom-dia meus cuzinhos! (para o cachorro que já está abanando o rabo e os gatos, porque mal eu abro a janela, já estão dentro do meu quarto...
Sou muito curiosa e enquanto não resolvo uma coisa e não aprendo, sou capaz de passar a noite inteira acordada. Acho que sou imediatista.
A justiça anda de mãos dadas comigo. Mas a justiça verdadeira. Desses políticos e sanguessugas do governo, tenho uma vontade imensa de ficar bem longe, fazer mira e atirar bem na testa deles. E juro que faria isso sem culpas.
Gente, eu não tenho arma, viu? Se alguém morrer, não fui eu...
Tenho uma ótima memória, mas não lembro de coisas que não são importantes pra mim.
Estou sempre na idade dos porquês. Quero explicação pra tudo. Até para o que depois eu vou esquecer.
Sou uma pessoa amiga, boa ouvinte e confiável.
Quando eu amo, amo pra valer, com paixão, muito envolvimento e viro criança! Até demais, às vezes, como diz amore